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Em nota, Presidente do Sindpoc afirma que "a Corregedoria da Polícia Civil primeiro pune, para depois apurar "
- Por Administrador
- 8 outubro 2019 17:59
A funcionária Zélia Buri, de uma Casa Lotérica de Salvador, após ter sido desmascarada por desvio de verba, para não responder ao Tribunal do Crime, foi à Corregedoria da Polícia Civil, nesta segunda-feira (7), e protocolou uma denúncia de que havia sido ameaçada e torturada na delegacia de Repressão a Furtos e Roubos ( DRFR) da capital baiana.
Segundo o Sindpoc, inclusive, os investigadores Carlos Cruz e Iraci Leal que foram acusados de tortura estavam de folga no momento da ocorrência. O jurídico do Sindicato dos Policiais Civis do Estado da Bahia protocolou um habeas corpus, na madrugada de ontem(7), e o Tribunal revogou a prisão dos policiais civis que foram liberados e vão responder em liberdade.
O Presidente do Sindpoc, Eustácio Lopes, explica que a Polícia Civil vai apurar os fatos na esfera Administrativa e o Poder Judiciário no âmbito criminal. " O bandido agora virou mocinho e o mocinho virou bandido. O bandido para tentar impedir a investigação criminal, vai à Corregedoria e faz uma denúncia. A Corregedoria, por sua vez, ao invés de apurar os fatos, representa pela prisão dos servidores de forma injusta e equivocada gerando danos morais aos policiais civis", alfineta Eustácio Lopes, ao pontuar que o departamento jurídico do sindicato irá acompanhar o caso e cobrar as devidas providências.
Ascom Sindpoc

Departamento jurídico