Novidades
Bahia às cegas: Quando a gestão do Departamento desmonta a perícia e entrega a identificação criminal ao colapso
Sindpoc dialoga com a Serin para tratar de pautas dos ativos e aposentados
Sindpoc procura a PGE para solicitar celeridade nas Promoções Extraordinárias de 2026
Investigador é absolvido em Processo Administrativo e destaca apoio jurídico do sindicato
Justiça realizará Júri Popular de PMs acusados de tirar a vida de delegado em Itabuna
Sindpoc participa de reunião para a implantação do Conselho Superior de Polícia
"Me aposentei, mas a Polícia Civil vai continuar sendo minha casa!", declara investigador
- Por Felipe dos Santos Conceição
- 10 maio 2024 13:22
" O policial sabe a hora que vai sair de casa, mas não sabe se vai voltar". Com essas palavras, o investigador Augusto César Almeida descreve a dor e a delícia do dia dia de um policial civil. O servidor ingressou na categoria em 2000. Atualmente, está com 56 anos e teve a aposentadoria publicada no Diário Oficial do Estado (DOE),desta semana.
O servidor era lotado na Delegacia Territorial (DT) de Jequié e, ao longo de quase 25 anos na instituição, trabalhou em Porto Seguro, Jequié, Ubaíra, Xique-Xique, Manoel Vitorino, Jaguaquara, e Dário Meira. O investigador salienta que trabalhar na Polícia Civil foi a realização de um sonho. " Foi uma experiência ímpar. Fiz muita amizade. Deixei muitos amigos na Civil. Agradeço muito a todos os colegas os quais tive o prazer de trabalhar. Agradeço a todas unidades que passei. Foi muito bonito. Vou sentir saudades", revela o investigador recém-aposentado.
Augusto César frisa que o cotidiano de um policial civil " é uma grande aventura" e agradece ao Sindpoc pelas contribuições durante sua trajetória. "Quero agradecer ao sindicato por tudo. Semprei quando precisei, tive o apoio do Sindpoc, principalmente, da atual gestão de Eustácio. Ele sempre está disposto a ajudar e a dialogar".

Departamento jurídico