Novidades
Diretores do Sindpoc visitam a 16ª DPT da Pituba
Balanço Carnaval de Juazeiro
Sindpoc celebra 17 decisões judiciais favoráveis em Janeiro
Sindpoc prestigia confraternização da 7ª DT no Rio Vermelho
Presidente do Sindpoc anuncia que mais servidores serão beneficiados com a conversão da licença-prêmio em pecúnia
Vitória da atual gestão do sindicato!
Crime 113 Sul: presidente do Sindpep comemora decisão do STF em reconhecer laudo elaborado por papiloscopistas
- Por Administrador
- 27 setembro 2019 21:17
Durante julgamento de Adriana Villela, acusada de ter assassinado os próprios pais, o ministro aposentado do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), José Guilherme Villela, a mãe a advogada Maria Villela e a funcionária da casa, Francisca Nascimento Silva, a 1° Turma Criminal do Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a legitimidade do laudo elaborado por peritos papiloscopistas que identifica as digitais da suspeita encontrada em uma janela do apartamento.
Para a Presidente do Sindpep, Clarissa Gomes, o triplo homicídio ganhou repercussão na imprensa devido ao fato da principal suspeita ser a filha do casal. "Um laudo feito pelo Instituto de identificação tem as informações digitais de Adriana na cena do crime provando que ela esteve no local. O que a defesa irá tentar fazer é um habeas corpus no sentido de descaracterizar o laudo como uma prova científica. O habeas corpus foi impetrado pedindo a anulação do júri, ou seja, que Adriana não fosse a julgamento pelo júri popular pelo fato de que o laudo não teria o rigor científico necessário" , conta a Presidente do Sindpep.
Entretanto, a 1° Turma Criminal do Supremo Tribunal Federal( STF) validou o trabalho realizado pelos peritos papiloscopistas. Clarissa Gomes comemora o resultado do STF que legitima o laudo enquanto prova pericial oficial. " O Ministério Público provocou a turma a se pronunciar e a maioria decidiu que o laudo produzido pelos papiloscopistas é oficial e feito por um profissional de carreira. Os papiloscopistas foram legitimados enquanto peritos oficiais", pontua.
Ascom Sindpoc

Departamento jurídico