Novidades
SINDPOC acompanha 1º Encontro de Armamento e Tiro de Pistola com GATTIs do DIRPIN Leste
Associada do SINDPOC conquista na Justiça revisão da estabilidade econômica e pagamento de valores retroativos
SINDPOC participa de reunião extraordinária do Conselho Superior da Polícia Civil da Bahia
Policiais civis de Valença prendem 11 pessoas e apreendem 82 armas; SINDPOC parabeniza a equipe
SINDPOC e Fetrab anunciam ampliação da rede hospitalar na Região Metropolitana para policiais civis e servidores públicos
Governo rejeita proposta das entidades e nova sessão do Mandado de injunção será em 16 de novembro no TJ-BA
Assembleia: SINDPOC deve paralisar as atividades no Estado devido falta de EPIs
- Por Felipe dos Santos Conceição
- 16 junho 2020 18:38
O Sindicato dos Policiais Civis do estado da Bahia (SINDPOC) realizou na manhã desta terça-feira (16) assembleia extraordinária para deliberar sobre a suspensão das atividades dos Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e no Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (DRACCO).
Em deliberação os policiais civis decidiram que o SINDPOC deve oficializar a Secretaria de Segurança Pública e o Delegado Geral para que os protocolos de biossegurança sejam implementadas nas unidades, a categoria também reivindica assento na mesa do Comitê de Crise, implementada pela Gestão da Polícia Civil, para que os servidores tenham voz ativa, rodizio de policiais para evitar o contágio pelo novo coronavírus, além da suspensão do cumprimento de metas neste período de Pandemia.
Para o presidente do SINDPOC, Eustácio Lopes, a assembleia é mais uma tentativa de abertura de diálogo com a Secretaria de Segurança Pública do Estado e com o Delegado Geral. “Se as medidas necessárias não forem adotadas, vamos paralisar as atividades no Estado. Vou convocar uma assembleia estadual para deliberar, infelizmente não podemos cruzar os braços diante de tanto descaso”, pontua Eustácio.
Eustácio ainda reforça que o número de policiais civis infectados pela Covid-19 não para de crescer, e o Estado não fornece o mínimo para os estes servidores trabalhem com dignidade e com segurança.


Departamento jurídico