Novidades
SINDPOC acompanha 1º Encontro de Armamento e Tiro de Pistola com GATTIs do DIRPIN Leste
Associada do SINDPOC conquista na Justiça revisão da estabilidade econômica e pagamento de valores retroativos
SINDPOC participa de reunião extraordinária do Conselho Superior da Polícia Civil da Bahia
Policiais civis de Valença prendem 11 pessoas e apreendem 82 armas; SINDPOC parabeniza a equipe
SINDPOC e Fetrab anunciam ampliação da rede hospitalar na Região Metropolitana para policiais civis e servidores públicos
Governo rejeita proposta das entidades e nova sessão do Mandado de injunção será em 16 de novembro no TJ-BA
"Como pode um policial usar tarja preta e portar arma de fogo para defender a sociedade?", questiona Presidente do Sindpoc, ao propor uma avaliação a
- Por Administrador
- 20 setembro 2019 22:01
No Setembro Amarelo, o Sindicato dos Policiais Civis (Sindpoc) alerta ao Governo do Estado que a Bahia não realiza nenhum tipo de trabalho com foco na saúde mental dos policiais civis e que não possui nenhum programa de avaliação do quadro psicológico dos servidores que trabalham com arma de fogo e em defesa da sociedade.
"Estamos com uma tragédia anunciada na Polícia Civil. A qualquer momento um policial pode cometer suicídio. A Polícia Militar possui um diagnóstico do quadro psíquico dos policiais militares. Enquanto que nós da Polícia Civil não temos nenhum tipo de levantamento. Precisamos de uma avaliação anual da situação psíquica de nossos agentes", propõe Eustácio Lopes.
O presidente do Sindpoc salienta que o Departamento Médico da Polícia Civil (Demep) está com uma quantidade insuficiente de profissionais para realizar o acompanhamento psiquiátrico dos servidores. "O Demep não tem profissionais para atender às demandas de Salvador, muito menos as da Região Metropolitana e do interior baiano. Não dá para o policial usar tarja preta e portar uma arma de fogo para defender a sociedade se ele não tem condições de defender a si próprio", argumenta o sindicalista.
Ascom Sindpoc

Departamento jurídico